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Bring Xomani back to Brazil

Imane Majid Start Date: Feb 19, 2017 - End Date: Jun 18, 2017
  • Cultural Exchange
  • Educational/Research Trip
  • TEFL/Teach Abroad
  • Cuiabá - Mato Grosso, Brésil

My Travel Story

by: Imane Majid Start Date: Feb 19, 2017 - End Date: Jun 18, 2017
  • Cultural Exchange
  • Educational/Research Trip
  • TEFL/Teach Abroad
Deciding to go to Brazil a few months ago was a decision I made without thinking about the consequences... or the advantages, which turned out to be more than the first. 

I went to Cuiabà (in the state of Mato Grosso) with an organization called AIESEC where I did an unpaid internship and stayed with a Brazilian host family for 7 weeks. When I first arrived, I spoke nothing of the language and knew nothing about the culture. I had no expectations but instead, I was excited for what the unknown has in store for me.

Now, more than 5 months after coming back to Morocco, I look back and realize that I belong in that community, that I need to go back there no matter what it takes.

I was a foreigner in Cuiabà, but not one day have xomanos, the people of that city, allowed me to feel foreign. Before I started to communicate in portuguese, my host family, that spoke nothing but that, never let language barriers control the amount of love and care I was given everyday. Countless mornings spent listening to my Brazilian mom sing as she made me coffee and poured me more every time I was halfway through drinking it. Countless evenings spent hanging out with my Brazilian dad in the living room watching sports on TV and cheering for teams I didn’t even know existed.  Countless nights spent with my host sister having deep conversations about big topics in a language that could only be understood by the two of us. Mixing Spanish, Portuguese, English, and sign language and getting occasional help from Google Translator was how our hearts connected. This is what makes Cuiabà feel like home to me.

Now that I am back to Morocco, I am currently in my last year of high school. I graduate in June which means I need to figure out my next step.

My vision on the short term consists of coming back to Brazil and taking Portuguese classes to reach an advanced or expert level. Note that I am able to understand Portuguese almost perfectly and modestly speak it even if I never took language classes. This was done through listening and interacting with Brazilians on a daily basis physically as well as on social media up until now. I also plan on teaching one of the languages I am fluent in to provide an income for me to travel around the country and fund my needs during my stay. Once this goal has been achieved it will broaden my horizons on the idea of creating a Brazilian Culture Center somewhere in Morocco where there will be Portuguese classes as well as cultural activities and exchanges between the two countries.

My vision on the long term consists of opening a small business in Brazil. I have yet to study what it would be but I’m thinking of importing/exporting goods from/to Morocco as demand on products from there seems to be quite high.

Your contribution, no matter how small, will mean a lot to me because it means you believed in my ability to achieve my dreams and contribute to the Moroccan-Brazilian friendship.

PS: Xomani is a nickname that was given to me in Cuiabà by my friend Marcelo. My name is Imane but Brazilians pronounce it "Imani". People from Cuiabà are called Xomano for male & Xomana for female. So that’s where Xomani came from. :)
  • Cuiabá - Mato Grosso, Brésil

Updates

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  • Portuguese Version:

    Portuguese Version:
    Decidir ir ao Brasil há alguns meses atrás foi uma decisão que tomei sem pensar nas consequências ... ou nas vantagens, que acabaram sendo mais do que as primeiras.
    Fui para Cuiabà (Mato Grosso) com uma organização chamada AIESEC onde fiz um estágio não remunerado e fiquei com uma família brasileira por 7 semanas. Quando eu cheguei, eu não falei nada da língua e não sabia nada sobre a cultura. Eu não tinha expectativas, mas em vez disso, eu estava animada para o que o desconhecido tem na loja para mim.
    Agora, mais de 5 meses depois de voltar para Marrocos, eu olho para trás e percebo que pertenço a essa comunidade, que eu preciso voltar lá, não importa o que for preciso.
    Eu era uma estrangeira em Cuiabà, mas não um dia xomanos, as pessoas daquela cidade, me permitiu sentir estrangeira. Antes de eu começar a comunicar em português, a minha família, que não falava nada além disso, nunca deixe que as barreiras linguísticas controlem a quantidade de amor e cuidado que me foi dada todos os dias. Inúmeras manhãs passaram a ouvir a minha mãe brasileira cantar como ela me fez café e derramou-me mais a cada vez que eu estava a meio de beber. Inúmeras tardes passei com meu pai brasileiro na sala assistindo esportes na TV e torcendo por equipes que eu nem sabia que existia. Inúmeras noites passadas com minha irmã brasileira tendo conversas profundas sobre grandes temas em uma linguagem que só poderia ser entendida por nós duas. Misturar espanhol, português, inglês e linguagem gestual e obter ajuda ocasional do Google Tradutor foi como nossos corações se conectaram. Isto é o que faz com que Cuiabà sintar como casa pra mim.
    Agora que estou de volta ao Marrocos, estou atualmente no meu último ano de ensino médio. Eu vou me formar em junho, o que significa que eu preciso descobrir o meu próximo passo.
    Minha visão no curto prazo consiste em voltar ao Brasil e fazer aulas de português até obter um nível avançado ou especializado. Note que eu sou capaz de entender quase tudo em português e modestamente falá-lo, mesmo se eu nunca fiz aulas da língua portuguesa. Isso foi feito através da escuta e interação com os brasileiros em uma base diária fisicamente, bem como em mídias sociais até agora. Eu tambem estou pensando em lecionar uma das línguas a qual sou fluente, com o objetivo de obter renda para minha viagem ao redor do pais e suprir minhas necessidades durante a estadia. Uma vez que este objetivo foi alcançado alargará meus horizontes na idéia de criar um centro cultural brasileiro em algum lugar em Marrocos onde haverá classes portuguesas assim como atividades e intercambios culturais entre os dois países.
    Minha visão no longo prazo consiste em abrir um pequeno negócio no Brasil. Eu ainda tenho que estudar o que seria, mas estou pensando em importar / exportar mercadorias de / para Marrocos como a procura de produtos de lá parece ser bastante elevada.
    Sua contribuição, por menor que seja, significará muito para mim porque significa que você acreditava na minha capacidade de realizar meus sonhos e contribuir para a amizade marroquino-brasileira.

    PS: Xomani é um apelido que me foi dado em Cuiabà pelo meu amigo Marcelo. Meu nome é Imane, mas os brasileiros o pronunciam "Imani". As pessoas de Cuiabà são chamados Xomano para o masculino & Xomana para o feminino. De onde veio Xomani.